5 de jan de 2009

Tome nota

O bacana de defender Israel é que as pessoas de um modo geral não entendem bem o que o Hamas quer para a Palestina. Saca mulheres e gays sendo apedrejados até a morte para a alegria de todos? Isso faz parte Sharia, a lei islâmica fanática. Não é baseada em democracia ou em direitos humanos, e sim na interpretação integral do Corão. Hamas quer tomar a Palestina e transformá-la em uma teocracia baseada totalmente na Sharia. Isso é difícil de entender? Quer que eu faça um desenho de como funcionam essas leis? Quer que eu esquematize o apedrejamento de uma pessoa?

Foram 1800 mísseis lançados em Israel DURANTE o acordo de paz. Discursos de chefes de do Hamas dizendo que os "Judeus devem ser massacrados porque são covardes". Nenhum chefe de estado Israelense disse que palestinos deveriam ser massacrados. Até quando um país deve aguentar seu vizinho psicótico berrando o quanto ele é sujo, fazendo ameaças, jogando bombas, homens-bomba e escutando discursos de ódio anti-semitas?

Eu não quero que inocentes morram, mas sim, eu tomei um lado porque defendo a liberdade e não um bando de terroristas maloqueiros religiosos fanáticos prontos para usar crianças como escudo.

É difícil tomar um lado? Nesse caso não. E o lado que eu escolho não bate com o pensamento "sejamos pacíficos" de pessoas que não pararam um minuto pra sequer entender o que o Hamas quer fazer dentro da Palestina. O que eu escolho não está em nome de judeus. Não estou defendendo territórios e sim idéias.

E mais uma coisa. Israel usa mísseis de precisão, bem diferentes do Hamas. Se eles acertam uma área civil é porque ali tem armas e líderes terroristas escondidos. Terroristas adoram se esconder no meio de crianças, é impressionante. Não me espantaria que eles estejam usando uma creche cheia de bebês como base militar. Alguém se lembra do massacre de Beslam? Eram Al Qaeda, mas mataram dezenas de crianças sem dó. Essas crianças eram infiéis, mas se não fossem, ao menos teriam morrido em nome de Allah.

Acordem e cheirem a pólvora no ar. Eu tenho medo de teocracias baseadas em ódio e você deveria temer também. Estamos em 2009, matar mulher apedrejada não "faz parte da crença". Isso não é guerra santa. Existe o lado ruim da história. Estudem um pouco, leiam menos notícias sensacionalistas e ponderem sobre o que estão defendendo ali. Esqueça Bush, esqueça a crise, esqueça essa raiva contida de teorias da conspiraçào anti-semitas e esqueça o tal imperialismo.

Pense na vida que você leva e pense em sua liberdade. Só isso. Entenda o que é a Sharia. Veja discursos do Hamas, busque entender a história daquela região. Vá além dos livros de história do colegial, passe reto em notícias parciais.

Eu não quero que inocentes morram, jamais. Não sou um monstro. Mas entendo o que se passa lá. Se a Palestina sofre, não são israleneses os culpados. São eles mesmos construindo um ódio sem fim. Justificado? Aí depende de como você observa a situação. O ódio que leva você a se matar e matar inocentes voluntariamente nunca é justificado o suficiente. Isso não é ódio ou amor à pátria. Isso é fanatismo.

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Meu material de leitura. Porque eu leio antes de falar e não faço avaliações superficiais, como disseram nos comentários.

Daniel Pipes, Peacemaker? Texto de 2003 onde Pipes explica a razão pela qual Israel deveria atacar Gaza. Em inglês.

Artigos em português de Daniel Pipes. Pra não dizerem que eu só leio coisas em inglês.

Os vídeos de Pat Condell em sua página do youtube. Em inglês.

O jornal virtual City Journal sempre tem artigos interessantes. Em inglês.

Jihad Watch The true target
- Artigo bem explicativo, na língua nativa dos britânicos.

E o ótimo FaithFreedom. Completíssimo. Também em inglês.

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Desculpem a falta de links em português. É difícil encontrar brasileiros dispostos a entender (e não defender) terroristas. Afinal, o nosso querido presidente Lulette faz questão de receber o presidente do Irã de braços abertos. Só não vai levar o cara pra ver uma apresentação da Estação Primeira da Mangueira, senão a gente entra pra lista do "merecem uma bomba na cara". Ou melhor, na bunda.

Se você teve paciência para ler esse post, obrigada. Agora podem voltar a reclamar nos comentários. Se não leram e querem me xingar mesmo assim, fiquem à vontade.

PS: Cardoso, se você estivesse na Palestina e não fosse muçulmano, jogariam pedras no seu olho. Ah sim, com a Sharia você não poderia beber uma gota de álcool nem apreciar mulheres com decotes profundos. Só rezar. Eu não te visualizo como palestino. Ces't la vie.