15 de out de 2007

Carapaça

Ontem assistindo a versão da Record do Fantástico, o tal do Domingo Espetacular, vi o Paulo Amorim fazendo a linha "I kiss my boss ass" em uma matéria sobre o livro que descreve a prisão do Bispo Edir Macedo da Igreja Universal.

Imparcialidade?

Nunca.

Paulo Amorim me constrange de diversas maneiras. Não só pelo seu discursinho sempre vencido, mas pelas caras e bocas que faz ao ouvir um entrevistado. Enquanto Macedão falava, Amorim revirava os olhos, fazia beiço, entortava a boca.

Edir Macedo, com aquele olhar vidrado, digno de um sociopata, falava sobre como foi importante que ele fosse preso. Transformou-se em um mártir de uma Igreja "incompreendida". E Amorim se mostrava tocado pelo martírio do chefe. Confirmava a teoria de que fizeram complô para que Edir não comprasse um canal de TV.

Paulo Amorim depois comparou na matéria que existem mais Igrejas Universais no mundo do que lanchonetes do Mc.Donalds. Melhor comparação Amorim, realmente, não haveria. A Universal fast food "quer um brinde para acompanhar?" da fé.

Quando Amorim saiu da Globo, disse em uma entrevista à revista Imprensa: "Na Globo, do ponto de vista político, eu não tinha liberdade nenhuma! Tinha a autonomia de vôo de uma barata"

Pois é Paulo, a barata agora voa para debaixo do casaco do Edir Macedo.