Ontem estava assistindo The Wrestler de novo eis que no meio de uma cena meu homem diz "A IGREJA UNIVERSAL!" e eu "Hã?"
26 de jan. de 2009
Pare de sufrir
Escrito por Sarah às 16:32
Labels: Cinema, Religião, Revolta pessoal
12 de jan. de 2009
A gift for Rourke
Acabei de assistir The Wrestler.
Maravilhoso. Recomendo demais. Mickey Rourke ganhou de presente essa música do Bruce Springsteen que encerra o filme. Se um dia disseram que WWF ou as famosas lutas "ensaiadas" conhecidas por aqui como telecatch não dóem, quero que vejam esse filme. Rourke está perfeito. Não há diálogos profundos ou um drama metódico. É um filme onde um homem sente dor. Física, emocional. Um homem que enexerga entre quatro cordas e uma lona esticada, a única coisa pela qual vale a pena viver ou morrer. Porque as pancadas do mundo fora dali doem muito mais. E elas são reais.
Espero que ganhe o Oscar e espero que Mickey Rourke leve a estátua do homem careca com ele.
Um diálogo memorável:
"Os anos 90 acabaram com a música"
"Quando foi que disseram que não podíamos mais nos divertir?"
"Aquele Cobain acabou com tudo"
"Os anos 90 foram uma merda"
"É, os anos 90 foram uma merda!"
Não sei maz vejo muito críticos brasileiros reclamando da cultura WWF "imperialista" do The Wrestler. Não ouça essa críticas. O filme é maravilhoso. E dolorido.
29 de dez. de 2008
15 de dez. de 2008
27 de ago. de 2008
Como economizar 6 milhões de reais
Frank Aguiar, o cãozinho dos teclados e deputado federal vai fazer um filme sobre sua vida. Custará 6 milhões de reais, dos quais suponho que grande parte virá dos cofres públicos. Ainda mais que ele já está lá no congresso, facilita.
Mas a história da vida dele já está no youtube, pra quê gastar tanto dinheiro?
Sem contar que o ator do vídeo acima é bem mais talentoso que o Frank. E se veste melhor também.
5 de nov. de 2007
Hulk tá na correria
Parte do elenco do novo filme do Hulk está no Rio de Janeiro, incluindo aí, o novo Bruce Banner vivido por Edward Norton.
Bom, existiu aquele filme fiasco de 2003, que, se eu me lembro bem, até escrevi sobre aqui neste mesmo blog quando assisti naquele ano. Este novo é dirigido pelo mesmo diretor de Danny The Dog (que eu também achei um lixo) e estreará em 2008.
Edward Norton como Bruce Banner parece até promissor. Em 2003 era o Eric Bana, que ficou bem insosso. A imagem que revelaram do novo Hulk na última Comicon, também é diferente do rosto "moleque verde" que colocaram há 4 anos atrás. Mas não é isso que me intriga.
O que me intriga é tentar enfiar na minha cabeça que o Hulk vai fazer no Rio. Fui procurar e vi que existirão cenas na favela.
O que Hulk vai fazer na favela?
Vai destruir um baile funk?
Vai destruir uma boca de fumo?
Vai destruir um depósito de armas clandestino?
Vai destruir os barracos?
Vai destruir a Regina Casé?
As perguntas ficam no ar.
Escrito por Sarah às 12:08
Labels: Brasil, Cinema, Nerd, Quadrinhos
11 de jun. de 2007
Esse é filho da terra!

Bata no peito e diga "O Monstro do Pântano é Brasileiro!".

A criatura aquática mostra todo seu suinge e sensualidade típica de um brasileiro paquerador. Ah esses amantes latinos...
19 de abr. de 2007
I will kill, Bill.
O estudante Sul Coreano psicótico que massacrou os estudantes na Virgínia tinha, entre as imagens que enviou à rede NBC, várias fotos dele fazendo poses "violentas". Uma chamou a atenção por ser muito semelhante a uma cena do maravilhoso filme "Oldboy", de Chan-wook Park, também sul-coreano.
O NY Times republicou então em seu blog um texto que havia saído no jornal tempos antes, criticando a violência excessiva do filme e um comentário de um leitor sobre a influência ruim que o filme trouxe aos jovens sul-coreanos.
Não tenho nada contra os americanos, quem lê meu blog sabe que eu admiro muitas coisas do espírito USA. Agora, hipocrisia, não é o meu forte.
Um grande meio de comunicação do país que produziu "Rambo", "Exterminador do Futuro", "Duro de Matar" e até os cults sanguinolentos do Tarantino não têm direito de criticar a violência de Oldboy. Isso é insanidade, principalmente porque a história da película mostra a própria violência como uma forma de autodestruição do personagem. Existe uma justificativa para ela, faz parte do contexto. Não é infundada como a imbecilidade do estudante frustrado e demente.
E antes de tudo, é um filme, uma história, baseado em um mangá japonês. E uma história ficcional só influencia um ser humano a ponto dele se colocar fisicamente no personagem, quando este é claramente um débil-mental de personalidade capenga.
O assassino foi cruel porque era um débil-mental psicopata, e NY Times dá valor a esse tipo de historinha pra boi dormir a fim de justificar o comportamento irracional do rapazinho perturbado.
Eu já disse que adoro o Bruce Lee?
Mas nem por isso eu saio dando voadoras aleatórias pelas ruas gritando "uóooooooaaah".
Só quando me provocam. (ui, uoáaaahhhaaaah!)
Escrito por Sarah às 16:43
Labels: Cinema, Mídia, Revolta pessoal, Violência






