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19 de jan. de 2009

Inhanna Inhaan nhanna aunhan nhanha

Recebi um comentário muito carinhoso e respeitoso de uma pessoa que ainda não conheço, mas parece me conhecer muitíssimo bem, já que entra no meu blog diariamente (eu sigo IPs). Comentário ofensivo enviado pela leitora(?) que se denomina "Cora". Obrigada pelas palavras tocantes, foi realmente um momento de auto descoberta receber seu comentário sobre vermes, USP e roqueirinhas pobres.

Tudo o que você fala, me soa exatamente assim:




Não precisa voltar sempre, mas se quiser, sabe o endereço do meu blog. Está salvo no seu browser, não tenho dúvidas sobre isso.

30 de nov. de 2008

Motivos pelos quais eu creio que armas biológicas deveriam continuar a existir 2:

Como transformar música em uma cueca molhada gigante:

"Minha parada é como um jeito de fazer ciência que tenha a ver com a expressão da emoção a partir das ondas sonoras. Essa é uma busca científica. Se você for resumir, a busca é essa. É tipo você estar indo em direção ao objetivo, descobrindo coisas que se encadeiam para trás, mas você não está mais próximo de chegar. Você não fica mais próximo, entendeu? Nunca!"

Eu não quero esse cara próximo de mim NUNCA!

Agora, pra amenizar essa explosão cuequisse/tanga frouxa uma coisa boa:



King Khan & the Shrines - Burnin' Inside



Por um mundo mais divertido.

27 de nov. de 2008

Paranóia de bebado

Ontem eu estava com o Veio bebendo 12 garrafas de cerveja e em determinada hora da noite tinha um casal sentado na minha frente comendo batata frita. Eu não sei qual é o meu problema, mas o jeito que a mulher entupia as batatas de ketchup me irritava profundamente. Tive que me segurar pra não levantar e dizer:

- Porque você não pega o pote de ketchup e vira na boca de uma vez? Pra quê as batatas no meio? Pra se sentir "normal"? Pra obedecer as convenções da sociedade? Engole logo esse ketchup Etti e pare de ser hipócrita!

Ao fundo tocava um DVD de pagode. Eu sempre perco o controle quando me forçam a ouvir Nando Reis cantando pagode.

Aliás acho que fui induzida a sentir desejos assassinos quando ouço a voz dele. Saca aquela história do cara programado para matar ao ouvir determinada frase? Quando Nando faz um "elaiá" juro que eu procuro uma arma na bolsa, instintivamente.

11 de nov. de 2008

Sounds of violence

Motivos pelos quais eu creio que armas biológicas deveriam continuar a existir:


Dá ou não dá vontade de enfiar um Antrax pela garganta e assistir morrer devagarinho?

Quer saber?



É isso aí.

18 de ago. de 2008

Eu culpo o Mario.

Três moleques idiotas da Geórgia, EUA, foram presos por atacarem carros usando coquetel molotov. Quando pegos, disseram que a culpa era do jogo GTA Liberty City. Os três moleques imbecis afirmaram que foi o jogo que ensinou a fazer isso.

Certo. Para constar, no GTA ninguém ensina a fazer coquetel molotov: esse tipo de explosivo é comprado em bibocas escondidas nos becos da cidade. Segundo: eu sei fazer coquetel molotov. Aprendi faz tempo, na escola. Oras, química básica e simples, não é uma bomba de hidrogênio é só uma garrafada de explosivos caseira. Se você prestar atenção nas aulas do colegial, aprende. Ou aprende agora, basta buscar na internet.

Eu sei fazer coquetel molotov desde os 14 anos. Mas eu já fiz? Não. Basicamente porque não sou criminosa. Já sabia que é crime explodir carros desde os 14 anos. Quando eu era adolescente meu cérebro nunca foi manipulado por jogos de videogame. Nem quando eu era criança - não comi cogumelos para crescer nem bati a cabeça em blocos esperando que pulassem moedas deles.

Justificar imbecilidade adolescente em games é fácil: todo moleque e 15 anos joga videogame. Todo moleque de 15 anos gosta de jogos sangrentos. Agora, não é todo moleque de 15 anos que joga bomba caseira em carros. Isso é coisa de menino burro. Para um menino desses, qualquer coisa justifica um ato violento. A desculpa tá na ponta da língua: foi o videogame, a culpa é da escola, a culpa é do meu pai, a culpa é do meu cachorro que comeu o dever de casa. Não podemos ver meninos de 15 anos como vasos ocos prontos para serem repletos que qualquer coisa que se enfie neles, principalmente quando isso é violento e criminoso. Eles sabem muito bem que não se deve incendiar carros. Querem amenizar a pena jogando a culpa em algo externo. Como um assassino que diz ter "uma doença mental" para receber pena menor.


Cena de Medal of Honor? Nah, só uma simples ação no morro de uma favela brasileira. Acontece todo dia. Eu culpo o tráfico. E você, culpa o Atari?

Em defesa do GTA e de qualquer jogo de videogame (mesmo os mais ruins), aviso aos juízes, pais e aos jornalistas sensacionalistas: videogame não ensina você a matar, queimar, trucidar e lançar raios pelos olhos. Videogame é diversão e pessoas normais sabem que ele não é nada mais do que isso. Se vocês temem que indivíduos façam coisas erradas por exposição à violência deviam dar um passeio na terra do algodão doce, onde pôneis alados brincam com e borboletas. Opa! Que pena... O pônei acabou de ser devorado por um leão faminto. As tripas do pequeno pônei voaram em cima das borboletas! Que horror!

Violência existe desde sempre. O que existe também é discernimento do que é certo e errado Algo inerente ao ser humano.

Agora dá licença que eu vou matar um traficante jamaicano no GTA - preciso ganhar dinheiro para comprar um lança-mísseis.

Depois vou fazer a janta e brincar com minha cachorrinha. Na vida real.

9 de out. de 2007

De que lado você está

Semana passada o apresentador da Globo Luciano Huck foi surpreendido por assaltantes enquanto saía de um restaurante. Os criminosos queriam seu relógio. Cena comum aqui no Brasil, e que cada vez mais, tem se tornado suportável porque neste país se tem a mania de perdoar o "problema" do criminoso e não punir sua criminalidade.

O rapper paulista Férrez (Reginaldo Ferreira da Silva), do qual eu nunca ouvi falar, apareceu agora dizendo que o bandido que ameaçou a vida de Luciano por um relógio estava certo.

Vejamos suas palavras em carta enviada pelo rapper para o jornal O Dia: “O assaltado, que ficou com o que tinha de mais valioso, que é sua vida, e o ‘correria (forma como trata o assaltante), que ficou com o relógio. Não vejo motivo para reclamação, afinal, num mundo indefensável, até que o rolo foi justo para as duas partes”.

Férrez, veio do Capão Redondo e diz que na sua "quebrada" o relógio de Luciano Huck dá pra comprar várias casas. E te pergunto Férrez: E DAÍ? O cara trabalhou e comprou o relógio com o dinheiro dele. Não conheço o Luciano, mas mesmo que ele fosse o Zé das Couve, um cidadão tem o direito de COMPRAR o que quiaser, pelo preço que quiser. SE o cidadão está com vontade de entrar no Capão Redondo e dar casas de presente para o pessoal de lá, CONTINUA SENDO PROBLEMA DELE. E se ele comprar mil casas para pobres, ele também NUNCA MAIS poderá usar um relógio caro? É isso Férrez? Seu "mano" ali "das quebrada" é bandido e tinha que ser preso. Quem comete crimes Ferréz, não está "na correria". Está na bandidagem.

É fácil: justifica-se a criminalidade com o fato do sujeito ser pobre. E aqui no Brasil, estão perdoando bandidos ou dizendo que é correto roubar dos "ricos". Veja bem, não importa que esse rico nunca tenha feito nada contra lei, ou que ele pague seus impostos ou até mesmo que ele seja um profissional de sucesso. O que importa é que ele é rico, e ser rico aqui é o crime.

O preço do relógio de alguém não justifica a bandidagem. O que se faz aqui é achar que todo e qualquer ser humano que nasce pobre está fadado a ser bandido. Esse é o destino dele? "Pobre nasce na favela, na periferia e vê gente morrendo desde quando se entende por gente". "Quem cresce na criminalidade vira criminoso". Vamos fazer uma coisa? Vamos parar de achar que quem nasce pobre é diferente? Pobre é gente. Humano. Raciocina. Pensa. Pobre não é um computador programado para absorver o que inserem nele. Isso é basicamente duvidar da mínima capacidade humana que nos separa dos animais. Daquilo que nos coloca acima de toda cadeia evolucionária.

Se você pensa como o rapper Férrez, está tratando pobre como uma categoria abaixo da do ser humano. Está impondo que eles são suscetíveis e irracionais. Um miserável que vê tanta morte que acha normal morrer. Pera aí! Olhemos para os indivíduos como seres humanos antes de olhar para o meio que ele vive. O que está acontecendo é que o criminoso se esconde nessa "casca" de "vítima do sistema" para justificar suas ações criminosas. Na verdade, o criminoso sabe muito bem que pegar uma arma e ameaçar uma pessoa não é uma coisa certa. Ele justifica isso dizendo que é "vítima do sistema" porque alguém ensinou isso pra ele. E quem foi? Quem ensina a um bandido como usar sua miséria para justificar seus erros?

Pessoas como Férrez. Pessoas que acham que o mundo é "indefensável"(que não tem ou não mereça defesa). Que pobre pode roubar rico, porque todo mundo que tem dinheiro é automaticamente filho da puta.

Pra mim, certas coisas são bem mais simples. Bandido é quem comete crime, independente se ele é pobre, rico, classe média, mendigo, vesgo ou banguela. Se "mano" é bandido, se no assalto, a vítima pode "ficar viva" como prêmio, e Férrez (e muita gente por aí) achou que o rolo "foi justo", quero dizer a este rapper e a essas pessoas que elas duvidam demais da capacidade humana. Impõem que pobre tem o direito natural de roubar. E isso é muito, muito feio.

Pra mim, nenhum ser humano tem ( nem merece) o direito natural de roubar.

Já vieram me falar de "instinto de sobrevivência" o que seja, eu acho que essa coisa de "instinto" é animalesco. É selvagem. E quem nasce em Capão Redondo não é bicho, é gente, certo?

14 de mai. de 2007

Gigantes do Ringue

Estava em um boteco esse fim de semana. Enquanto um magrelinho de gorro tocava músicas do Djavan para o povo se esbaldar com os espetinhos de contra filé e linguicinha apimentada, no telão, uma luta de vale-tudo embalava os espíritos dos boêmios. Eu lá, tentando desviar meus ouvidos daquela música de péssimo gosto, fiquei observando marmanjos se espancarem no ringue do Pride ( para os desavisados, o tal "orgulho" é nome do campeonato de vale-tudo).

Eu não entendo aquilo. Os caras ficam se esfregando no chão, xoxando a sunga suada na cara do outro, se abraçando, trocando suor, alguns socos, mais suor, puxões e torções, e de repente estão fazendo um 69, suor de novo, olho no olho, testa na testa, coxa na coxa, senta na cara do outro...


"Cê num tem noção da vista que eu tenho daqui. Esse seu legging amarelo é poderoso, gato!'

"Cara, cê sabe que eu te curto pra caramba"

"Você é meu ursinho, nhec nhec nhec, meu ursinho de chocolate, vou te encher de bitoquinhas"


"NOOOOOOOOOOOO!' Não vá para longe de mim!. Meu mundo caiu!"

Eu prefiro Hadoukens.

Notem que na altura, o Ryu bate NA COXA do Sagat. E que nem esse short roxo prejudica a macheza de um cara com uma cicatriz que corta o tronco inteiro e ainda usa um tapa-olho selvagem.


"Bléaaagrhghh, Bléagrhghgha"
Até a falta de comunicação lógica do Blanka é mais classuda do que a dos lutadores de Vale-Tudo.

4 de mai. de 2007

Calibre 38

Não consigo entender muitas coisas nestes país. Não entendo micareta, açaí e o excesso de kombis, por exemplo.

Mas o que me faz girar os olhos, passando a mão no queixo, é a situação do Rio de Janeiro. Eu não consigo entender. Todo mundo lá faz campanha anti-violência, enterra rosas na areia, se veste de preto e grita pelas ruas, fazendo sinal de pombinha da paz. Todo mundo chocado e horrorizado, todo dia tem um motivo (ou mais que um) para as pessoas dizerem "Temos que dar um basta!".

Amigos cariocas. "Basta" está mais pra "bosta". Ninguém faz nada efetivo, percebe? Ninguém. Vocês aí da cidade maravilhosa estão cercado de morros abarrotados de traficantes armados até os dentes. Aí a polícia que é corrupta (ligada a um governo estadual corrupto), entra lá, prende e mata meia dúzia de peixes pequenos e fica tudo bem? É tiroteio, chuva de balas, saraivada de chumbo. O povo atravessando a tal da linha amarela, a linha vermelha, tomando tiro, sendo assaltado, tomando mais tiro, parando em blitz da polícia, e de quebra, toma mais um tiro de raspão. Hã?

O foda são esses morros de favelas bem em cima das vias de acesso e dos bairros residenciais. Os tiros vão voando, caindo, acertando. Até dentro das casas, dentro dos carros, dentro da faculdade. Nem colete a prova de balas serve mais. O tiro vem do nada. Isso é uma das coisas mais freaks que eu consigo conceber em criminalidade. Você lá tomando um suco, sentado, lendo um livro e pum. Uma bala bem na sua nuca. Fim.

O que eu faria? O que acho adequado? Qual a minha vontade?

O impossível: Eu desmantelava todos aqueles morros abarrotados de barracos. Vão me dizer que tem gente de bem, que isso e que aquilo, mas sabe? Essa gente de bem, muita gente de bem, está morrendo. Os morros cruzam tudo que é lugar, e é deles que voam as balas dos bandidos e dos policiais. Eu não entendo, a porra da favela faz parte da paisagem carioca, aquele monte de quadradinhos coloridos, que pra mim parece um lixão; Aí vai a Regina Casé e mostra como a favela é legal. Favela não é legal não, os caras vivem em guerrilha lá dentro, todo o sistema de saneamento é errado e informal (ou seja, muita gente MESMO não paga conta de água), polui pra caralho. O sistema de coleta de lixo é praticamente inexistente. Ali vive todo mundo na sujeira, em meio a merda de gente e gente de merda (vulgo, trafica).

Morro é uma desgraça. A estrutura física do troço é um labirinto, feito de vielas e becos, pra traficante se esconder direitinho e ser acobertado pelos vizinhos. Pra polícia entrar lá dentro e nem saber pra onde começar a atirar.

Façam conjuntos habitacionais decentes, tirem essas pessoas daquele lugar, coloquem elas em espaços onde existam condições de vida. Mas não. As pessoas adoram aquilo. Tem vista pro mar. Acham lindo, faz parte da cultura "da comunidade" do "povo". Não adianta. Tá no imaginário popular carioca, na música, na literatura.

O morro, o malandro, a malandragem, o barraco.

Não vejo motivo algum, sólido e coerente de verdade, sem idéiazinhas nacionalistas imbecis, para qualquer ser humano se orgulhar da porra de um amontoado de barracos cercado de traficantes.

Será mesmo que um brasileiro que curte a Regina Casé, ao passar pela linha amarela, olha para o lado, vê aquele monte de favelas, sorri e diz "Ah, esse é o espírito brasileiro", depois desvia a cabeça de uma bala que está passando ali, casualmente? Ou fica cagado de medo?

Favela não é paisagem. Quando é que vão entender isso?


19 de abr. de 2007

I will kill, Bill.

O estudante Sul Coreano psicótico que massacrou os estudantes na Virgínia tinha, entre as imagens que enviou à rede NBC, várias fotos dele fazendo poses "violentas". Uma chamou a atenção por ser muito semelhante a uma cena do maravilhoso filme "Oldboy", de Chan-wook Park, também sul-coreano.

O NY Times republicou então em seu blog um texto que havia saído no jornal tempos antes, criticando a violência excessiva do filme e um comentário de um leitor sobre a influência ruim que o filme trouxe aos jovens sul-coreanos.

Não tenho nada contra os americanos, quem lê meu blog sabe que eu admiro muitas coisas do espírito USA. Agora, hipocrisia, não é o meu forte.

Um grande meio de comunicação do país que produziu "Rambo", "Exterminador do Futuro", "Duro de Matar" e até os cults sanguinolentos do Tarantino não têm direito de criticar a violência de Oldboy. Isso é insanidade, principalmente porque a história da película mostra a própria violência como uma forma de autodestruição do personagem. Existe uma justificativa para ela, faz parte do contexto. Não é infundada como a imbecilidade do estudante frustrado e demente.

E antes de tudo, é um filme, uma história, baseado em um mangá japonês. E uma história ficcional só influencia um ser humano a ponto dele se colocar fisicamente no personagem, quando este é claramente um débil-mental de personalidade capenga.

O assassino foi cruel porque era um débil-mental psicopata, e NY Times dá valor a esse tipo de historinha pra boi dormir a fim de justificar o comportamento irracional do rapazinho perturbado.

Eu já disse que adoro o Bruce Lee?

Mas nem por isso eu saio dando voadoras aleatórias pelas ruas gritando "uóooooooaaah".

Só quando me provocam. (ui, uoáaaahhhaaaah!)

6 de mar. de 2007

Make my Day

Assistindo Dirty Harry em casa, comecei a matutar uma solução para o problema com a violência juvenil no Brasil.


Exibir filmes (continuamente, meio que lavagem cerebral) como Máquina Mortífera, Dirty Harry, Duro de Matar, Stallone Cobra e qualquer outro que faça o gênero policial - tira honesto parada dura, para a criançada mais propícia a virar maloqueira. Na Febem ou nas comunidades, mostrar uma magnum 44 fazendo a coisa certa: matando bandidos.

A molecada precisa ver que é mais interessante matar bandido do que ser bandido. Há algo de muito errado com um menino de 14 anos que acha legal assassinar policiais. Ele tem que admirar a lei. O problema é que os policiais são muito mal treinados por aqui e não sabem impor respeito sem cuspir na cara do marginal. A postura do policial deve ser séria, rígida e não irracional. Com os exemplos de milícias do Rio, a imagem dos caras fica cada vez pior. Mas vamos lá: Vamos pegar os melhores "tiras" (quem diabos fala tiras minha gente?) como Harry Callahan (Dirty Harry), Frank Bullit (Bullit), John McClane, (Duro de Matar) e ensinar às crianças que o lado certo da lei é muito mais glamuroso e interessante do que morrer com 12 anos assaltando um mercadinho.

Visualize dois meninos da "comunidade" do Morro do Macaco brincando de polícia e bandido. Um traficante contra um policial. Aí o menino que faz o policial derruba o trafica maloqueiro, aponta a arma (de plástico eu suponho) e pergunta:

-E aí vagabundo, 'cê se sente sortudo hoje?

É de trazer lágrimas nos olhos.